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19/03/2017  8


Decis�o sobre lista de Janot p�e mundo pol�tico em suspense

Da Reda��o



Decis�o sobre lista de Janot p�e mundo pol�tico em suspense

 

Apreensão. Esta é a palavra que resume a atmosfera no mundo político de Brasília desde a última terça-feira (14), quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) 83 pedidos para investigar políticos citados nas delações premiadas da Odebrecht.

A expectativa de que a chamada “lista de Janot” – que ainda está sob segredo de Justiça – atinja parlamentares, ministros de Estado e governadores de partidos das mais distintas matizes deixou expoentes da República na defensiva.

As caixas com documentos e pedidos para investigar políticos citados nas delações da Odebrecht ainda não foram entregues no gabinete do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, a quem cabe analisar as solicitações do Ministério Público. A previsão é que o material seja encaminhado ao magistrado no início da semana.

Fachin, no entanto, não tem prazo para decidir se autoriza a abertura dos inquéritos nem mesmo para analisar se derruba o sigilo do material, como solicitou a PGR.

Segundo o portal G1 apurou, o relator da Lava Jato já disse internamente no Supremo que será criterioso na análise dos documentos e não terá pressa para responder aos pedidos da PGR.

Os 83 pedidos de inquérito enviados na última terça pelo procurador-geral contêm 107 nomes sob sigilo, todos com foro privilegiado no STF (prerrogativa de deputados, senadores e ministros, por exemplo).

Isso não quer dizer que o total de alvos dos inquéritos seja 107. Em alguns poucos casos, segundo informaram investigadores da Lava Jato, foi pedida a investigação de uma mesma pessoa em mais de um inquérito. Esses investigadores estimam em cerca de 100 o total de pessoas que são alvos dos pedidos de inquérito.

Em uma espécie de reação às revelações do conteúdo das delações dos executivos e ex-dirigentes da Odebrecht, parlamentares já se movimentam nos bastidores do Congresso Nacional para tentar anistiar quem já praticou o crime de caixa 2 (doação de campanha não contabilizada e não declarada à Justiça Eleitoral).

A ofensiva de parte dos políticos para tentar se salvar dos efeitos da delação da Odebrecht também gerou um contra-ataque de parlamentares que não concordam com a anistia a quem usou dinheiro não contabilizado em campanhas eleitorais.

Ao longo da semana, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a dizer que não foi convidado por nenhum partido para discutir anistia ao caixa 2, mas ressaltou que se houver essa discussão, ela deve ser feita às claras.

Além das 83 solicitações para investigar autoridades com foro privilegiado, a chamada ‘lista de Janot’ inclui mais 211 pedidos de remessa de trechos das delações que citam pessoas sem foro para outras instâncias da Justiça. Também há 7 pedidos de arquivamento e 19 outras providências (como inclusão em inquéritos em andamento). (Com G1)

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