Investigação policial revelou novas ações de facção que atua nos presídios
Investigação policial revelou novas ações de facção que atua nos presídios


De acordo com a Polícia Civil, nas investigações que resultaram na Operação Échelon, foi possível identificar informações relacionadas a decisões estratégicas de organização criminosa que atua dentro e fora dos presídios.
Para a polícia, ficou comprovado a existência de um setor feminino, com atuação nos presídios femininos, além de cursos para fabricação de bombas caseiras e treinamento para formar matadores profissionais.
As investigações tiveram início com a apreensão de cartas, no interior da Penitenciária II de Pres. Venceslau (foto), em março do ano passado, sendo apurado que os manuscritos partiram dos denominados Sintonias Gerais de outros estados e países que acumularam as funções de Sintonia Final, após a decretação de RDD aos líderes da organização em 2016.
Durante as investigações, foram realizados trabalhos de inteligência policial, incluindo interceptação telefônica, análise de cartas apreendidas, compartilhamento de informações, que demonstram crimes ocorridos dentro e fora dos presídios, cometidos em 13 estados, sob comando da cúpula da facção que estava centralizada na Penitenciária II de Presidente Venceslau.
No relatório do Inquérito Policial, com mais de 1,5 mil páginas, constam mais de uma centena de indiciamentos, farto material que possibilitou a oferta da denuncia do Ministério Público. 
“Nos 54 volumes do Inquérito Policial, há comprovação da identificação de nova célula na organização criminosa, que realizava o cadastro e atualização de membros, assim como o incentivo para expansão dos domínios da organização, junto ao setor feminino, nos presídios femininos do Estado de São Paulo. Assim como há provas do planejamento de curso para confecção de bombas a pessoas selecionadas, membros da organização, que seriam utilizadas em atentados contra prédios públicos. Restou comprovado ainda que em ações contra a vida de agentes de um estado não seriam utilizados os membros da facção em São Paulo na tentativa de proteger integrantes da organização, durante as investigações que seriam iniciadas nesse Estado”, informou a polícia, em nota.
 

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