Polícia Civil de Presidente Venceslau prende terceiro envolvido na morte de Nilson Mônico
Polícia Civil de Presidente Venceslau prende terceiro envolvido na morte de Nilson Mônico


Assim que conseguiu prender o autor e o mandante do crime, a Polícia Civil de Presidente Venceslau tinha informação do envolvimento de uma terceira pessoa no assassinato do advogado Nilson Aparecido Carreira Mônico, ocorrido em seu escritório, no dia 13 de junho último.
Sob sigilo para não atrapalhar as investigações, policiais civis, sob o comando do delegado Adalberto Gonini Júnior, finalmente conseguiram prender Vilson José Rosa, 39 anos, apontado como o homem que intermediou a contratação de Wagner Oliveira Andrade da Silva, a pedido do empresário Luiz Henrique Almeida Reis, acusado de ser o mandante do crime. De acordo com a polícia, Vilson também forneceu a arma e o material usado no crime.
A prisão dele se deu na manhã desta sexta-feira, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Vilson, antes de ser trazido para a Cadeia Pública de Presidente Venceslau, fez exame de corpo de delito no IML, ainda em São Paulo.
Ele chegou no final da tarde de ontem em Venceslau e ficará preso temporariamente. Neste sábado, Vilson deverá ser transferido para o CDP de Caiuá. 
Segundo o delegado Gonini, os mandados de prisão temporária, de busca e apreensão contra Vilson foram expedidos pela 3ª Vara Judicial de Venceslau, e cumpridos na residência do suspeito, no bairro Baeta Neves.
A polícia chegou ao terceiro envolvido na morte do advogado a partir de depoimentos e reconstituições realizadas com o empresário Luiz Henrique e com o autor dos disparos.
Conforme a Polícia Civil, Vilson, que já havia sido preso por porte de arma de fogo, inclusive de uso restrito, é conhecido por ser uma espécie de miliciano, que recebe dinheiro de comerciantes em troca de segurança.
Motivação do crime
Por ter perdido uma ação em que Nilson defendia a parte contrária, o empresário decidiu contratar um pistoleiro para praticar o crime contra o advogado. Nilson defendia a viúva de um homem vítima de um acidente causado por um motorista bêbado que trabalhava com um caminhão da transportadora do empresário. Para pagar a indenização, o advogado conseguiu a penhora de um dos imóveis do empresário, em Guarujá (SP), avaliado em mais de R$ 1,5 milhão. Contrariado com a decisão, o empresário decidiu por fim à vida de Nilson.

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