Polícia diz que caso Nilson está encerrado
Polícia diz que caso Nilson está encerrado

Nesta sexta-feira, o delegado Adalberto Gonini Júnior concedeu entrevista coletiva para dar detalhes sobre a prisão do terceiro elemento envolvido na morte do advogado Nilson Aparecido Carreira Mônico.
O crime contra o advogado aconteceu no dia 13 junho, quando Nilson foi assassinado em seu escritório, em Presidente Venceslau, com dois tiros, um no tórax e outro na altura do olho direito.
A polícia prendeu o autor do disparo, Wagner Oliveira Andrade da Silva, logo após o crime. O mandante, o empresário Luiz Henrique Almeida Reis, foi preso seis dias depois da prisão de Wagner.
A polícia fez a reconstituição do crime com Wagner e o Luiz Henrique, separadamente. Na reconstituição, Wagner informou o envolvimento de Vilson José Rosa, que foi preso nesta sexta-feira pela manhã, em São Bernardo do Campo.
De acordo com a polícia, Vilson, além de intermediar a contratação de Wagner pelo empresário, forneceu a arma que matou Nilson. Semanas atrás, a polícia esteve em São Bernardo do Campo para qualificar Vilson. Tinha informação do seu apelido – “Mineiro” - e locais que frequentava. Conseguiu imagens dele e, através delas, confirmou com Wagner se tratar do homem que forneceu a arma do crime.
Com mandado de prisão temporária expedido pela justiça de Presidente Venceslau, a polícia fez a prisão de Vilson por volta das 5h desta sexta-feira. Segundo Gonini, Vilson tentou se evadir no momento da prisão. Na casa dele, a polícia constatou que havia um plano de fuga, também por práticas de outros crimes, entre os quais, a tentativa de homicídio e suspeita de ter matado um polícia civil.
Na versão que deu  logo após a prisão. Vilson disse à polícia que foi procurado pelo empresário para vir a Presidente Venceslau e praticar o crime, mas recusou. No entanto, a polícia descarta a versão, ressaltando que Vilson forneceu a arma e todo material usado por Wagner para por fim a vida do advogado.
Com a prisão do terceiro envolvido, a polícia considera que o caso Nilson está encerrado, uma vez que não há mais diligências a serem feitas. Agora cabe à justiça todo procedimento para condenação dos acusados, que, conforme a polícia, incluem quatro qualificadoras a serem analisadas para estipular a pena de cada um. 
 

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