Operação contra à pornografia infantil prende homem em PP
Operação contra à pornografia infantil prende homem em PP

Um homem, de 44 anos, foi preso em Presidente Prudente nesta quinta-feira, 22, por armazenar e distribuir material de pornografia infantil pela internet.
A Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do suspeito. A ação faz parte da terceira fase da “Luz na Infância”, coordenada pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública e considerada pelas autoridades a maior operação de combate à pornografia infantil na história do País.
A polícia informou que o preso estava desempregado e que ele já havia trabalhado como auxiliar de serviços gerais.
A polícia prudentina recebeu informações sobre o suspeito após rastreamento feito por integrantes de um núcleo especializado na descoberta deste tipo de crime.
A delegada Daniela Roéfero Marrey Sanchez, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), informou ao portal G1 que ele infringiu os artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), incluídos na legislação em 2008, e que considera crime, “oferecer, trocar, possuir ou armazenar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive pela internet, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.”
Não foi arbitrada fiança e o preso vai permanecer à disposição da Justiça para audiência de custódia.
Flagrante
Ao chegar na casa do suspeito, a Polícia Civil flagrou o homem baixando arquivos com conteúdo envolvendo pornografia infantil. Foram apreendidos vários pen-drives, HDs, celular e o computador pessoal do suspeito, usado para armazenar o material ilícito.
A polícia comprovou que ele não apenas armazenava conteúdo de pornografia infantil, mas também compartilhava, pela internet, vídeos e fotos de crianças e adolescente em cena de sexo explícito.
Os arquivos, de acordo com a delegada, eram compartilhados através de um programa de computador usado para distribuir e baixar arquivos entre usuários.
Até o momento, segundo a Polícia Civil, não há indícios de que ele tenha produzido os materiais ou tenha cometido algum ato de pedofilia. As investigações, até agora, apontam para os crimes cometidos somente pela internet. (Com G1)

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