Presidente Venceslau tem o terceiro maior orçamento na região de Prudente
Presidente Venceslau tem o terceiro maior orçamento na região de Prudente

 

Levantamento feito pelo jornal O Imparcial e publicado ontem aponta que Presidente Venceslau tem a terceira maior previsão orçamentária entre 21 municípios pesquisados na região de Prudente.
Como não poderia ser diferente, Presidente Prudente apresenta o maior orçamento para 2018, totalizando pouco mais de R$ 696,5 milhões.
Em seguida aparece o município de Dracena, que tem previsão orçamentária de R$ 125 milhões.
Presidente Venceslau aparece em terceiro lugar, cuja previsão orçamentária para 2018 totaliza R$ 112,1 milhões. Deste montante, R$ 34,7 milhões serão destinados para a Saúde e R$ 29,1 milhões para a Educação.
Presidente Epitácio aparece em seguida, com previsão orçamentária de pouco mais de R$ 99,9 milhões, sendo que R$ 26,1 milhão serão destinados à Saúde e R$ 27 milhões para a Educação.
Nas 21 cidades da região pesquisadas pelo jornal, os poderes Executivos somam R$ 1.772.971.676,29 equivalentes ao valor orçamentário previsto para este ano. Os cálculos são feitos e acordados com base na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que precisou ser aprovada pela Câmara Municipal de cada unidade.
Dentre os valores, como levantado pela reportagem, 55,56% deste montante serão destinados à Saúde e a Educação. Aliás, se analisarmos a lei, o repasse para essas áreas, respectivamente, devem ser no mínimo de 15% e 25%. No entanto, na maioria dos casos, a Saúde quase se equipara à Educação e ainda existe caso em que supera, como em Presidente Venceslau. 
Nos casos em que o valor de repasse à Saúde foi maior do que o esperado, quem está à frente do Executivo garante que a causa principal é por conta das demandas que aparecem ao longo dos anos e não podem ser postergadas. Em Rancharia, que é um exemplo disso, o prefeito Alberto Cesar Centeio de Araujo, Iéia (PSDB), explica que “os casos relacionados à área, principalmente por decisões judiciais, é necessário atender de prontidão”. Assim como em Ribeirão dos Índios, onde o chefe do Executivo José Amauri Lenzoni (PSDB) lembra que a Educação é prioridade, mas ao longo da gestão vai se adequando conforme a necessidade.
E se na necessidade pode gerar dificuldade, para este ano, existe Prefeitura que fez o cálculo com base no mesmo de 2016 - previsto para 2017 -, como em Regente Feijó. Marco Antônio Pereira da Rocha (PSDB), que é prefeito da cidade, conta que está trabalhando em conformidade com a ideia de crise econômica. “Apesar de o governo anunciar uma recuperação, na prática isso não é percebido”, completa.
E diante deste cenário, o que resta é cortar gastos onde é possível, exceto na Saúde, que foi vista realmente como uma prioridade além do normal, por parte do governo de Martinópolis, conforme o prefeito Cristiano Macedo Engel (PV). Para ele, que relata ter passado por um ano ruim no que tange a arrecadação municipal em 2017, outro ponto que deve ser investido por ele, em 2018, é o recape asfáltico, pois tem percebido a necessidade de melhorias na malha viária. 
(Com O Imparcial) 
 

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