E foi para nós mesmos.
Uma nação inteira está triste, desolada e decepcionada.
Agora acharão culpados e, mais uma vez, perderemos. Como tem sido na história.
Sempre, para um grande fracasso, alguém é crucificado, como forma de amenizar as feridas.
Uma praxe repetida, surrada e que só faz aumentar a derrota.
Deus é brasileiro.
Demonstrou na derrota de 2014 para a Alemanha, quando após aquela “vergonha nacional” no futebol o país começou a descobrir a corrupção em todos os níveis da vida nacional.
Uma vitória e a conquista da Copa do Mundo do Lula apagariam tudo e os malfeitos seriam beneficiados.
O mesmo acontece agora, só que com cores de esperança, demonstrando que, quando se perde para si mesmo, há tempo de corrigir e voltar a vencer.
O técnico Tite é ótimo. Faltou a ele deixar sua teimosia e tirar o apavorado Fernandinho. Nos últimos dias, Tite estava presunçoso, filósofo e o sucesso subiu a sua cabeça. Deve continuar, depois da lição que tomou.
Neymar joga muito futebol, mas não tem nada na cabeça e seus cortes de cabelo diferentes, a cada jogo, exteriorizaram o que tem no cérebro: infantilidade, estrelismo e tudo de um garoto rico e mimado.
Fernandinho é daqueles sem sorte que se montar uma fábrica de guarda-chuva para de chover. Grande jogador, mas não serve para a seleção.
Depois dessas observações, a derrota mostrou que temos um dos melhores times do mundo, mas sem sorte, pois em todos os jogos a bola teimou em não entrar.
A derrota é um alerta que serve ao país. Temos qualidade. Falta fé no que fazemos. Precisamos acreditar em nós mesmos. Manter o que é bom e mudar o que não rende. Vamos em frente, porque Deus é brasileiro, sim, e nosso professor.
(*) O autor é jornalista e colaborador do Tribuna Livre


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