Na semana da Páscoa, livro ensina como escolher o produto peixe

Um dos protagonista durante a semana de Páscoa, o peixe é um alimento que tem alto valor nutritivo, muito sabor e versatilidade no preparo. Pode ser consumido fresco, assado, cozido, grelhado e até mesmo cru.
A dona de casa Cirlei da Silva conta que o peixe é sempre a pedida da família no almoço de Páscoa, seja na sexta-feira santa ou no domingo. “Aqui em casa é tradição comer peixe nos dois dias. Geralmente fazemos assado ou na churrasqueira. Compro tudo fresco. A família sempre aprova”, afirma.
Pensando no consumidor e com o objetivo de informar sobre maneiras de desfrutar totalmente o alimento, a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), em parceria com o Instituto de Pesca (IP), ambos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, contam com o livro “Pescado é saúde: aproveitamento integral do pescado”.
O material faz parte da série “Pescado é Saúde” e contém informações como receitas elaboradas com as partes comumente desperdiçadas.
A nutricionista Milene Gonçalves Massaro Raimundo explica que a série foi elaborada para orientar a respeito da importância do consumo dos pescados, suas propriedades nutricionais e sua versatilidade.
“Os livros abordam o uso do frio, os processos de salga e defumação e o aproveitamento integral do produto. Em todas as edições foram incluídas receitas testadas em nossa cozinha experimental, além de outras elaboradas por chefs”, diz.
Para a nutricionista do Hospital das Clínicas da FMUSP, Sônia Trecco, o peixe deve ser consumido de três a quatro vezes durante a semana. “Alguns peixes de águas frias, como é o caso do salmão e do bacalhau, tão querido na Páscoa, são também uma ótima fonte de ômega 3, ácido graxo importante para aumentar o colesterol bom, que, por sua vez, contribui na prevenção de doenças cardiovasculares”, explica.
Vale lembrar que, por mais saudável que uma opção como o peixe possa ser, exageros alimentares devem ser contidos, como frisa Vitor Rosa, gerente de Nutrição e Dietética do Icesp.
“Não podemos reduzir os alimentos a duas grandes listas: ‘heróis’ e ‘vilões’ da alimentação. Os principais erros em nossos hábitos alimentares não estão relacionados, exclusivamente, a ‘o quê’ comemos, mas também ao ‘quanto’ e ‘com que frequência’ nós consumimos alguns desses alimentos”, completa.
Quem tiver interesse, pode baixar o livro gratuitamente no site da Codeagro (www.codeagro.sp.gov.br)


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