Se adivinhar, te dou um doce

Sou veterano, pra não dizer que sou velho. Fica mais bonito.
Quando era criança, os mais velhos diziam para as crianças:
“Se adivinhar, te dou um doce”. Antiga, a expressão?
Parece que sim...Parece que nao.....
Quem de nós, brasileiros, adivinha o que quer Bolsonaro?
O doce, pé de moleque, de leite, goiabada, de mocotó, seja lá, o que for, permite que voltemos no tempo.
Dizem que a vida é curta e o mundo é pequeno.
Que ainda podemos ver elefante voar...
Não podemos duvidar de nada.
De janeiro até agora, o que quer o governo federal.
Ninguém consegue adivinhar.                   
São tantas as “diferenças” - cada vez mais estranhas.
Que nem “direita”, “esquerda” e “centro” sabem.
A imprensa está boquiaberta, inquieta, com suas pautas desorientadas.
Os políticos não sabem se são contra ou a favor.
O povo continua esperando, esperando e cansando.
Os estudantes começam a protestar.
O STF pode deixar de ser laico.
Até a Argentina tem palpites de que pode ser Venezuela.
As músicas “veteranas”’- falando das flores, o que será amanha, apesar de você - tem seus refrões lembrados.
Talvez a “Banda”, da cor verde e oliva, ganhe o doce que esperou tanto tempo.
O maestro é sempre a maior patente.
-0-
Devagar eles vão partindo
Antonio Mendes Rodrigues – “Peixinho” - nos deixou.
Era meu amigo.
Me socorreu em um momento de imensas dificuldades.
Aliás, era próprio do seu temperamento.
Calmo, solícito, ponderado sempre foi - discreto,  e sereno.
Aos 74 anos, mais um filho de Deus que deixa este mundo levando a saudade dos seus entes e amigos.
Na nossa prece, o pedido a Deus de que acolha ao seu lado o nosso querido “Peixinho”.
(*) Clóvis é jornalista e produtor rural em Presidente Venceslau


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