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Novas tempestades no RS até segunda: veja riscos

ResumoO Rio Grande do Sul enfrenta novas tempestades até segunda-feira, com risco de inundações nos rios Jacuí, Taquari, Caí e Uruguai. As regiões Central, Oeste, Serra e Nordeste do estado estão em alerta para chuvas intensas, ventos fortes e elevação dos níveis hídricos. A Defesa Civil recomenda monitoramento constante e evacuação preventiva em áreas ribeirinhas vulneráveis.

Novas tempestades devem atingir o Rio Grande do Sul até segunda-feira, com risco de inundações nos rios Jacuí, Taquari, Caí e Uruguai. Regiões Central, Oeste, Serra e Nordeste estão em alerta.

Antônio Vilar
Antônio Vilar Repórter de economia local · 29 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Novas tempestades no RS até segunda: veja riscos

Novas tempestades devem atingir o Rio Grande do Sul até a próxima segunda-feira, com risco de inundações nos rios Jacuí, Taquari, Caí e Uruguai. A previsão inclui ventos fortes e formação de granizo, afetando as regiões Central, Oeste, Serra e Nordeste. Já a Costa Doce, o Litoral Médio e a Metropolitana de Porto Alegre têm previsão de chuvas intensas, com acumulados acima de 250 mm em quatro dias.

A sexta-feira (28) já foi marcada por temporais em várias regiões do estado. Em Porto Alegre, uma árvore atingiu uma residência e matou um menino de oito anos; outra pessoa ficou ferida. O mau tempo deixou 13 moradores de Pelotas desabrigados, quatro desalojados em Santa Cruz do Sul e sete em Quaraí.

Os ventos foram o destaque do dia. Em Quaraí, rajadas de 95,5 km/h danificaram telhados de 287 residências. Pela manhã, São José dos Ausentes registrou 77 km/h e Rosário do Sul, 72,4 km/h. Durante a tarde, as rajadas passaram dos 60 km/h em cidades como Panambi (78,4 km/h), Viamão (77 km/h) e Machadinho (75,6 km/h).

A chuva também foi volumosa. Caçapava do Sul acumulou 97 mm na sexta-feira. Arambaré, Dom Feliciano, Cristal e São Gabriel passaram dos 85 mm desde as primeiras horas da manhã. Pelotas, que já tinha registrado mais de 100 mm no dia anterior, teve nova chuva forte, com 56 mm, próximo do registrado em Porto Alegre (53,8 mm), Canoas (52 mm) e Bagé (50,8 mm).

A Defesa Civil do estado acompanha a evolução do tempo e recomenda atenção às áreas de risco. O comércio sente primeiro: lojas de materiais de construção e supermercados das regiões atingidas relatam aumento na procura por lonas, telhas e itens de limpeza, reflexo imediato dos estragos causados pelos ventos e pela chuva.

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